O vice-presidente da empresa falou ao Wall Street Journal coisas bem… interessantes:
“O maior benefício musical de Rock Band Pro é que isso motiva os músicos iniciantes a manter os passos básicos, e analisa seu progresso, para que possam desenvolver a destreza e a memória muscular para se expressarem fora do jogo. A maioria dos músicos iniciantes nunca passam desse estágio, então essa é a área em que esperamos ajudar para os novos jogadores. Assim que eles tiverem mais habilidade, outras áreas de expressão pessoal podem se abrir para eles. No futuro, nós adoraríamos tentar colocar modos de composição e improvisação como experiência de jogabilidade, mas esses são problemas difíceis de se resolver.”Em resumo, é menos um argumento para quem reclama que jogar este tipo de jogo não é “tocar de verdade”, ou que o jogo não passa de um “brinquedo super valorizado”. No fim, quem quiser apenas se divertir, vai se divertir, e quem quiser tirar uma experiência musical, vai conseguir tirar uma experiência musical.
“Rock Band 3 é um passo significante do que queremos tirar de um Music Games, mas o que realmente queremos é apagar a barreira entre “jogador” e “músico”. Temos um longo caminho para alcançar este objetivo.”
No mesmo assunto, Ray Manzarek, tecladista da banda The Doors, comentou que os jogos não só permitem que as novas gerações conheçam o clássico Rock and Roll, como também cria interesse em pessoas que nunca pensaram em tocar algum instrumento ou cantar. Com Iggy Pop e o tecladista do The Doors defendendo o jogo musicalmente, não tem ninguém que possa dizer que isso não dê uma experiência musical de verdade.
Via RockBandAide

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